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Inventário de Proteção do Patrimônio Cultural : : Bom Jesus do Amparo/ MG

O inventário é um instrumento de preservação do patrimônio cultural previsto no § 1º do Art. 216 da Constituição da República, no Art. 209 da Constituição do Estado de Minas Gerais e no Anexo II da Lei Estadual nº 18.030, de 2.009. Este instrumento legal proporciona o reconhecimento de um bem cultural, objetivando sua proteção e caracteriza-se como uma ferramenta de gestão do município que auxilia na conservação e divulgação de seu patrimônio cultural. O trabalho consiste na catalogação do acervo de bens culturais do município, a partir de levantamentos de campo e entrevistas com os moradores locais. Identificação e indicação geográfica dos bens culturais em mapa cadastral.

 

Descrição sucinta do bem cultural, constando informações básicas quanto à sua importância histórica, características físicas e estado de conservação. Elaboração dos cronogramas e do plano de ações visando à proteção, atualização de informações e divulgação. A o3L arquitetura é responsável pela execução sistemática do Inventário de Proteção do Patrimônio Cultural de Bom Jesus do Amparo desde o ano de 2010. Área urbana e zona rural reúnem um acervo importantíssimo e diverso de bens culturais de diferentes naturezas. A cidade formada a partir da tricentenária Fazenda do Rio São João, tombada pelo IPHAN, conta dezenas de imóveis remanescentes de sua formação, além da Igreja Matriz e seu orago, a Capela de São Sebastião e Cemitério, e o Cemitério dos Escravos, todos tombados na esfera municipal. Há ainda expressivo acervo de sítios naturais, riachos, ribeirões, serras, trilhas e matas que integram a paisagem urbana e rural. A comunidade quilombola Felipe detém expressivo conjunto de bens culturais que ilustram a relação do homem do campo e o meio natural, de onde extraem os recursos para sua subsistência. Os rituais sagrados, o sincretismo, a benzeção. A culinária tradicional, o queijo, as quitandas. O modo de fazer os tijolos de adobe, os engenhos e a vida no campo. A história de um singelo arraial formado em meados do século XVIII, a partir da atividade minerária, vista pelo instrumento do inventário.

Equipe:

Coordenação Geral e RTs:

Arquiteto e Urbanista Frederico Prates

Arquiteto e Urbanista Daniel Quintão

Colaboração:

Setor de Proteção do Patrimônio Cultural de Bom Jesus do Amparo

Arquiteta Bruna Costa (Levantamento de Campo e Inventário)

Arquiteta Juliana Ferreira (Levantamento de Campo e Inventário)